Baixas na Ucrânia em relação ao território conquistado pela Rússia / Tenente-Coronel Daniel Davis...

Baixas na Ucrânia em relação ao território conquistado pela Rússia / Tenente-Coronel Daniel Davis...20:38

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Daniel Davis / Deep Dive

Yayınlanma tarihi:

20/11/2025

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Nos últimos dois meses, a Rússia expandiu rapidamente seus ganhos territoriais na Ucrânia, possivelmente até 900‑1.000 km² em um único mês, o que, segundo analistas, seria um recorde em tempos de guerra. Contudo, especialistas afirmam que o principal objetivo da Rússia não é o território, mas a desmilitarização: destruir o potencial militar da Ucrânia, o que, de acordo com estimativas não verificáveis, teria destruído o equivalente a duas ou três vezes o exército ucraniano, causado graves perdas de pessoal e degradado a infraestrutura, a economia e as defesas aéreas do país. Essa estratégia de destruir primeiro a capacidade permite que a Rússia conquiste território mais facilmente depois, em um “golpe único”. O enorme número de baixas, deserções e a redução do efetivo militar ucraniano fazem os analistas acreditarem que o país pode em breve ficar incapaz de continuar a guerra, independentemente das intenções políticas em Kiev. Essa tendência reacendeu as discussões sobre um plano de paz de 28 pontos liderado pelos EUA, supostamente elaborado pelo Secretário de Estado Witkoff e por Jared Kushner, e não pela Rússia. Defensores de uma linha dura nos EUA argumentam que Putin apenas finge interesse em negociações para aliviar sanções americanas iminentes. Autoridades russas afirmam estar dispostas a analisar a proposta, mas insistem que suas condições principais permanecem inalteradas: a Ucrânia deve se retirar de Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, abandonar a OTAN, enquanto a Europa se opõe fortemente a negociações nesses termos e pressionou Zelensky a não participar de conversas. Pesquisas internas mostram crescente cansaço com a guerra, o que pode dar a Putin um incentivo moderado para considerar um acordo; uma ideia discutida entre Trump e Putin é usar a linha de frente atual como fronteira de fato nas regiões do sul, embora os detalhes sejam incertos. Os líderes militares russos, contudo, insistem que não “devolverão” nenhuma das regiões do sul e simplesmente as tomarão militarmente se o acordo exigir concessões territoriais. Por fim, observadores notam que o plano de paz dos EUA não aborda a “desnazificação”, condição listada pela Rússia em 2024, permanecendo incerto se Moscou abandonaria ou suavizaria essa exigência em um acordo final.